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blogdaliz.com.br PONTOS DE VISTA
Autor: Lidadri. Data 21/05/2008 Você já parou para pensar em quanto tempo perdemos, por nos preocupar com que os outros vão pensar? Desde que a sociedade deu ares de sua graça pelo mundo e criou regras de conduta para suas espécies, gerou também as fofocas e as malidicências, e muitas vezes os verdadeiros merecedores das críticas desses dois defeitos sociais, são os que menos levam a fama. Pode observar... as vítimas geralmente são as pessoas ingênuas, cheias de nobreza d'alma que acabam caindo nas armadilhas desses dois vilões. Agora soluções desses problemas me vêem aos sentidos de maneira clara, de maneira correta. Então, penso quanto tempo perdemos respeitando valores ultrapassados, que ainda hoje nos manipulam. E em nome desses valores deixamos de viver plenamente as venturas que nos são propostas no florescer de nossas vidas. Perceba, quando somos crianças ouvimos idéias que passam a fazer parte de nossas mentes, ficam ali encrustadas de maneira perversa, limitando nossa capacidade e nossa audácia de viver. Quantas vezes você, ao tomar uma atitude, ( desde que não prejudique você ou outrem), é refreado por algo, como: - Isso é pecado! Você não pode fazer isso! Isso que você vai fazer, é um atentado ao pudor! Você vai ser a ruina de seus pais! E por ai afora... A sociedade é tão hipocrita que muitos dizem "amar" seus filhos, (principalmente as filhas), e quando pensam que não, estão comprando maridos para as coitadas, por medo das pobrezinhas ficarem difamadas pelos seus amigos ou então por aquele querido primo, que ao invés de tomar conta de suas próprias filhas, fica vigiando as filhas dos parentes ou dos amigos. Sem perceber que as suas filhinhas estão a vontade, e cá entre nós sorte delas, não é mesmo?! Vamos fazer uma rápida análise dos valores sociais brasileiro dos anos de 1970. Não pensem que as coisas mudaram! Sei que estamos em 2008. Tá! Grande coisa! Pois as paranóias sociais ainda perduram. Olha que estamos quase fazendo contato com outros planetas, se é que as nações mais desenvolvidas já não o fizeram e nos ainda não sabemos. Porém, nosso mental continua parado no tempo, parece até que retrocede a cada ano. Tudo bem! Eu sou um produto final dos ano de 1953 e psicologicamente formado em 1970. Pois é, fui educada da maneira exposta acima e olha que sempre gostei da escola, queria me formar ser uma profissional respeitada, competente e independente. Poxa! como eu queria! È, mais não podia! Imagina! Diziam:-"Ela tem que casar". Tudo bem, eu até consegui ser uma profissional competente mas independente... Eu bem que tentei, mas não deu. E não pensem que fui a única que passou por esses contratempos. Não fui, não! Milhares de mocinhas daquela época, assim como eu, foram manipuladas e jogadas em um campo de batalha, que, de forma natural, jamais teriam entrado. O CASAMENTO. Contrato imposto pela sociedade com a sordida intenção de escravizar os pares, matando toda e qualquer forma de amor. Claro! Muitos casamentos daquela época deram certo. Meus parabéns! Mas foram aqueles em que os pais nada obrigaram, tudo foi elaborado pelo amor dos pares interessados. Bem, ai já é outra conversa! Não é, mesmo? Escrito por Liz às 18h23 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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